Imagem principal da noticia Infância protegida: Um compromisso de toda rede de proteção

Quando há indícios de violência sexual contra crianças e adolescentes, é obrigação de toda a rede de proteção receber, resguardar e agir. Também é importante respeitar o tempo da criança ou do adolescente, evitando questionamentos repetitivos e não forçar a repetição do ocorrido diversas vezes. Apenas a suspeita já é suficiente para que se adotem todas as medidas de proteção e se realizem os encaminhamentos necessários.


Para garantir o cuidado e prevenir a revitimização, é fundamental que os serviços de saúde, assistência social, educação, Conselho Tutelar, segurança pública e outros atuem de maneira integrada, ética e humanizada. Além disso, é fundamental que cada serviço assuma suas responsabilidades sem transferir o caso para outro, supondo que o próximo profissional dará seguimento. Cada serviço deve cumprir suas responsabilidades e monitorar as articulações e as ações adotadas para cada situação, garantindo o cuidado necessário. Uma rede de proteção só é eficaz quando cada profissional compreende sua função nela, e as crianças só estarão seguras quando os serviços possuírem fluxos claramente definidos e profissionais seguros para atuar.


É dever de todos proteger as crianças. É direito de toda criança crescer em um ambiente seguro, respeitado e livre de qualquer tipo de violência.

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